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6 regrinhas dinâmicas de como selecionar o profissional ideal

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Os olhos podem brilhar porque o sentimento de ter conseguido contratar o profissional ideal para um determinado serviço aconteceu. Isso não é um sonho qualquer, mas uma realidade palpável embora nem sempre fácil.

Sonho ou não, o certo é que os contratantes de serviços freelancer têm esse desejo comum, e se isso vier somado a preço baixo, a receita ganha o tempero que faltava.

A competição acirrou o mercado freelancer. Os profissionais que trabalham por job sabem que precisam se destacar em suas habilidades e conhecimentos. Não basta só saber fazer uma coisa bem, mas é preciso lidar com outras demandas que envolvem relacionamento, determinação, foco e sobretudo resiliência. Saber que para estar no topo da camada de profissionais selecionáveis requer um pouco de tudo isso.

Ativando a percepção para entender a seleção de profissionais freelancers

 

Há certas regras para selecionar um profissional ideal e vale a pena conhecer as principais aqui:

  • Checar o portifólio do freelancer: Antes de começar a opor um freelancer contra um outro em questões de preço por exemplo, o melhor é procurar saber se o candidato freelancer tem condições de realmente cumprir o combinado e não só apenas “falar por falar”. Para isso, um modo mais eficaz é procurar pelo seu portifólio profissional.
  • Checar os meios disponíveis do freelancer em termos de boa comunicação: Saber se o freelancer tem perfil nas redes sociais e como ele é avaliado ou percebido nessas redes, além de ferramentas como um Website pessoal, Skype, email e outras maneiras de se conectar com ele, confere credibilidade e também autoridade ao profissional. É como se formasse em torno dele um ambiente favorável para uma consulta rápida de informações e, com isso, permitindo que haja maior frequência e estabilidade na comunicação entre contratante e contratado. Nesse mecanismo de consulta eficaz pode se dar o início de uma parceria.
  • Não se seduzir pelo preço mais barato: É inegável que pode ser tentador pegar a opção mais barata do mercado freelancer, no entanto pode não ser a mais inteligente. O dito popular não deixa dúvidas de que o “barato pode sair caro”, por isso este item na seleção de um freelancer é considerado muito importante e deve ser cuidadosamente pesado em qualquer contratação dessa natureza.. O mais recomendável aqui é se basear antes na qualidade e experiência do freelancer do que efetivamente se fixar no preço mais barato.
  • Procurar por referências: Sempre com a anuência ou permissão do freelancer, é muito importante valorizar esse fator ético se o objetivo for obter referências do profissional. Vale levar em consideração que em não havendo contato pessoal com o profissional, através do qual o contratante poderia receber um Currículum Vitae do freelancer e checar por possíveis referências, nesse mercado de contratação de profissionais freelancer é recomendável que o contratante busque por informações por meio de contato com clientes do freelancer. Tudo feito, recomenda-se, com a permissão do profissional.
  • Certificar-se que o freelancer já fez um job similar: Isto parece uma coisa óbvia, porque seria obtuso contratar alguém que não conhecesse fazer o que o contratante deseja que seja feito. Por isso a checagem aqui é por tentar ao máximo aproximar a experiência do freelancer em termos de atividade ou tarefa daquilo que se objetiva. O ideal, neste caso, é tanto quanto possível ver as especificidades do freelancer para um dado job.
  • As questões de pagamento devem ser razoáveis: O profissional ideal é quem se porta razoavelmente em termos de negociação em um determinado job. Alguém que pede muito antes de começar um trabalho parece mais outra coisa do que propriamente alguém que esteja disponível para realizar antes uma tarefa impecável. O profissional que aceita receber por etapas de um trabalho mais longo por exemplo pode dar mostras de flexibilidade nessas questões mais práticas.

 

Pensar mais dinamicamente

O mercado freelancer é extremamente dinâmico. Por essa razão, em termos de seleção de profissionais, é bom levar em consideração esse aspecto sutil.

Ser dinâmico significa ter uma natureza ou uma tendência natural. O que acontece é que o mercado freelancer tem por natureza um dinamismo de girar feito uma roda gigante. Assim, a contratação ideal de um profissional passa por entender como funciona o eixo desse sistema, compreendendo que as variáveis devem estar balizadas nas regras citadas acima. Dessa forma é que se poderá obter um ajuste à dinâmica desse mercado.

 

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Fonte: honkiat.com

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Empreendedora fatura R$ 720 mil só com brigadeiro

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Isabela Ferracini, de 35 anos, é formada em engenharia civil, mas ainda durante a faculdade acabou desenvolvendo um gosto pela organização de eventos, principalmente de cerimônias de casamento, tipo de festa na qual se tornou especialista.

Em 2009, durante um dos casamentos que organizou, Isabela serviu para os convidados uma receita de brigadeiro no tacho que ela mesma fez. O sucesso foi instântaneo. Após repetir a dose em outras cerimônias, a empreendedora começou a receber pedidos de encomendas. “Foi uma surpresa. Sempre gostei de cozinhar, mas não tinha a pretensão de me tornar uma cozinheira”,  afirma Isabela.

O brigadeiro foi ganhando fama. Dois anos, vários pedidos e um investimento de R$ 20 mil depois, a empreendedora abriu em Campinas, no interior de São Paulo, a primeira unidade física da brigaderia Madame Formiga. A doceria foi decorada para parecer com uma casa de bonecas. “Tem uma conotação bem lúdica. Quero que as pessoas entrem e se sintam aconchegadas, como se estivessem em casa”, diz.

A empreendedora também expandiu seu cardápio. Atualmente, a Madame Formiga conta com cerca de 30 opções de sobremesas. Há brigadeiros de diversos sabores, como Nutella, pistache, curau, Toblerone, vinho do Porto e Lindt. O diferencial da receita de Isabela é utilizar chocolate belga tanto na massa quanto na cobertura do doce.

Além dos brigadeiros, a Madame Formiga também vende bolos, brownies e milkshakes. Segundo a empreendedora, o favorito da clientela é o bolo de cenoura com brigadeiro de Nutella, que é feito em forma de coração e custa R$ 16,50.

Apesar de ser responsável pela gestão do negócio, Isabela não deixa a criação de lado. É ela quem elabora todas as receitas do cardápio, que muda a cada estação do ano. A empreendedora conta com uma equipe de cinco funcionários, além de dez freelancers.

A brigaderia cresceu nos últimos anos. O faturamento da empresa em 2014 foi de R$ 720 mil. Em 2015, Isabela espera que o valor chegue na casa do milhão. “O bacana é que o nosso crescimento foi exponencial”, diz a empreendedora. “O grande segredo do nosso negócio é um produto fresquinho, diferente e feito com cuidado. Damos atenção e cuidado, fazendo o cliente se sentir em casa.

 

Matéria: Por Priscila Zuini com Isabela Moreira – Revista PEGN – globo

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Mendigo cria startup de sucesso, ganha dinheiro e resolve continuar na rua

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SÃO PAULO – O que você espera que um morador de rua fizesse se ganhasse dinheiro? Sair dela, correto? Não foi isso que o mendigo Leo Grand, morador das ruas de Nova York resolveu fazer quando sua startup fez sucesso – e ele ganhou dinheiro. Leo optou por permanecer nas ruas, mostra o Business Insider.

A sua vida mudou quando seu sócio Patrick McConlogue – que passava todos os dias por Leo quando ia ao trabalho – lhe ofereceu duas alternativas: US$ 100 ou a possibilidade de aprender a programar. Leo resolveu aceitar a oferta de programação.

McConlogue foi altamente ridicularizado pelos seus colegas, mas manteve as aulas e a amizade com Leo. E aí os dois resolveram construir um aplicativo juntos, de caronas em dezembro de 2013. E o aplicativo estourou, permitindo com que Leo ganhasse bastante dinheiro. Mas ele resolveu recusar (e nem fez uma conta em banco para recebê-lo).

O dinheiro foi parar na conta de McConlogue, que resolveu guardar para Leo, quando ele quisesse ganhar o dinheiro. “Ele tem um ano para encontrar uma forma, seja com uma conta no banco ou através de outra pessoa, de receber seu dinheiro da minha conta, cada centavo. Se ele não quiser, eu disse para ele escolher um abrigo de mendigos e nos vamos doar a quantia”, disse o programador.

Leo, porém, resolveu continuar nas ruas e mora próximo do sul da ilha de Manhattan. Leo porém, resolveu parar de programar e retirou o seu aplicativo do ar (já que ele não quer pagar por espaço). Ele agora aluga um depósito, mas usualmente é visto carregando uma carroça com seus pertences.

Quando perguntado o motivo dele ainda estar nas ruas, Leo é categórico na resposta: “a vida. Você sabe, a vida, você sabe. As coisas acontecem. Você tem que fazer isso, você tem que fazer aquilo. Você é atração em um minuto, no próximo você some”.

 

Matéria: Por Felipe Moreno – Startse infomoney

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Demitidos fazem ‘bico’ para ganhar dinheiro

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No setor da construção havia sete anos, Claudia Alves, de 43 anos, era carpinteira e trabalhava com carteira assinada. Há dois meses, porém, ela foi demitida de uma obra na Barra da Tijuca, no Rio – a justificativa dos chefes foi a crise do setor. Agora, vende batatas fritas à noite no bairro do Cordovil, onde mora com o marido, a filha e o neto, na zona norte da cidade.

— Tive de cortar o gasto no supermercado. Antes, comprava sorvete, outros supérfluos. A vida estava mais folgada, mas agora… Não estamos passando fome, mas diminuiu o poder de compra — conta ela, para quem a insegurança da informalidade é a maior perda.

— Quando tem o emprego fixo, com carteira, é tudo certinho, tem hora extra. Além disso, ganha mais.”

A situação de Claudia é um exemplo do prejuízo arcado por quase 1 milhão de brasileiros que foram demitidos do emprego formal nos últimos 12 meses. Muitos vêm recorrendo a bicos para pagar as contas. Sem a recuperação da economia, o Brasil fica cada vez mais longe de estancar a perda na qualidade do mercado de trabalho conquistada na última década.

No trimestre até julho deste ano, o País tinha 35,739 milhões de trabalhadores com carteira assinada, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE. É o menor número desde o trimestre até setembro de 2013, quando 35,636 milhões ocupavam vagas formais.

A cada ano sem crescer, o Brasil retroage dois anos em termos de postos formais, estima o economista Rodrigo Leandro de Moura, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

— O emprego formal começou a cair em julho de 2014. Em um ano, regredimos dois anos, e a tendência é que continue desacelerando. No fim de 2016, não descarto a possibilidade de estarmos no pior nível da Pnad Contínua (iniciada em 2012).

Para o trabalhador, o prejuízo chega em forma de precarização, já que muitos dispensados acabam fazendo bicos. Hoje, o Brasil tem 22,111 milhões de trabalhadores por conta própria, o maior número da pesquisa do IBGE. Essa forma de inserção é marcada, na maioria das vezes, pela informalidade.

Para o governo, o problema é a redução na arrecadação previdenciária em tempos de déficit crescente na área, além da alta demanda por assistência, como seguro-desemprego.

— Isso eleva o déficit fiscal — diz Moura.

Processo

O principal risco é o círculo vicioso gerado pela dispensa dos trabalhadores registrados. Se menos gente tem remuneração fixa, o consumo cai ainda mais, incentivando novas demissões e realimentando o processo. Outro passo atrás é dado quando a rede de proteção, que inclui o seguro-desemprego, acaba sem que o trabalhador consiga nova colocação.

Wellinton Batista, de 29 anos, atuava havia dois anos como contínuo em um consórcio que presta serviços à Petrobrás. Com a crise na estatal, foi demitido em março, e o seguro-desemprego acabou em agosto.

— Agora está complicado. Faço bico como ajudante de obra de vez em quando, mas é pouco serviço — conta ele, que recebe ajuda da família para seguir a vida com a mulher e os dois filhos.

Morador de Bangu, na zona oeste do Rio, Batista já fez mais de dez entrevistas de emprego. Em algumas situações, disputou com outros 20 candidatos.

— Não fui chamado para nada, estou só esperando.

A mulher tampouco teve sucesso em suas tentativas de encontrar emprego como recepcionista.

— A redução do trabalho formal não vai se reverter facilmente no limite do uso da seguridade social (quando o benefício acaba). Com isso, as pessoas tentam se aventurar no mundo informal, que acolhe muito rápido e expulsa mais rápido ainda — analisa Lúcia Garcia, coordenadora do Sistema de Pesquisa de Emprego e Desemprego do Dieese.

Um problema maior seria atingir o “desemprego absoluto”, quando as pessoas nem sequer encontram bicos.

— Sem emprego formal, sem seguridade e sem renda do emprego informal é ladeira abaixo — diz Lúcia, que não aposta nesse futuro.

— Mas não chegar a esse ponto depende de política econômica. —completa

Dada a expectativa de retração na economia em 2016, Moura, da FGV, espera corte de 1,5 milhão de postos formais neste ano e a mesma quantidade no ano que vem.

— Em 2017, é provável que não haja recuperação muito robusta da economia. Então, o mercado de trabalho deve continuar se deteriorando. Com certeza vamos regredir muito em termos de formalização.

 

Matéria: R7 – Economia

O economista Samy Dana explica que a crise econômica e o aumento do desemprego prejudicam a abertura de vagas temporárias para o Natal.

Empreender pode ser a saída para ter uma renda extra no final do ano

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O Natal está chegando e é nessa época do ano, comecinho de outubro, que surgem várias oportunidades de trabalho: uma renda extra para milhares de famílias. Só que com a crise econômica e o aumento do desemprego, não vai ser tão fácil assim conquistar uma dessas vagas. Quem explica é o economista Samy Dana.

Nove em cada dez empresas não irão abrir vagas, segundo pesquisa nacional do Sistema de Proteção ao Crédito. A expectativa é de serem abertas 24 mil vagas para o Natal. Moral da história: não dá para depende muito do comércio, que está pessimista. As pessoas devem pensar em empreender sozinhos, como fazendo doces, sobremesas. Afinal, festa vai ter de qualquer jeito, ninguém vai deixar de comemorar o Natal e o Ano Novo.

Os ramos de beleza, como vender produtos de beleza, também é uma boa opção. A minha dica é não depender de um empregador e sim pesquisar e ver o que pode ser feito por conta própria. Até porque a maior parte das vagas já foi completa: apenas 7% ainda estão abertas.

Quem pretende abrir um negócio, a dica é a Micro-empresa Individual, que tem um imposto baixinho e permite um faturamento de até R$ 60 mil no ano. Pode ser uma boa solução.

 

Matéria: Samy Dana – g1.globo

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EM TEMPOS DE CRISE, 48% DOS BRASILEIROS OPTARAM POR UMA SEGUNDA RENDA EXTRA

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O desemprego não pára de aumentar e muita gente tem feito de tudo para conseguir uma vaga, mas não está fácil. Está difícil até pra quem já tem emprego se manter. Quase metade dosbrasileiros, já partiram para a dupla jornada, correndo atrás de um “bico” para reforçar o orçamento familiar.

Em Agosto, a taxa de desemprego ficou em 7,6%. Pesquisa do IBGE, mostrou que foi o oitavo mês seguido de alta.

A procura por trabalho é tanta, que ainda no mês passado, 20 mil pessoas foram a uma feira de emprego no Rio para conseguir se encaixar em pouco mais de 2 mil vagas.Uma pesquisa do Ibope encomendada pela Confederação Nacionalda Indústria, mostra que 48% dos brasileiros tem uma segunda ocupação. Em 2013, era bem menos, 25%.

O que preocupa são as razões por trás disso. Uma sociedade que conseguiu galgar um degrau de maior renda e agora está vendo isso retroagir e se vendo obrigada a mudar seu comportamento em relação ao mercado de trabalho para manter o padrão de renda.

A inflação que reduziu o poder aquisitivo e o desemprego, são os principais motivos apontados para o endividamento das famílias.

Uma dica importante é: não deixar que esse plano B interfira no seu plano A. Mantenha o foco, mantenha seu compromisso e use isso como uma renda complementar para fazer um “pé de meia” para qualquer eventualidade que acontecer pela frente.

Uma dica bem interessante de plano B é  um negócio que todos conhecem e há muitas de pessoas fazendo esse trabalho: Venda Direta.É um mercado indicado para mulheres, mas isso não impede um homem de entrar nesse negócio, que muitas vezes costuma a oferecer lucros de 40% ou até 100%. Segundo o mais novo livro de Robert Kiyosaki – “O Negócio do Século XI” – lançado no EUA em 2011 e no Brasil em 2012, ele confessa que se não tivesse nenhuma empresa própria, ou se estivesse “quebrado”, ele seguiria os passos de uma empresas de marketing multinível. Não só Robert Kiyosaki disse isso, também outros especialistas como Donald Trump, entre outros.

A maioria de empresas de Marketing Multinível, operam com o sistema na venda de cosméticos que é um mercado sem crise, pois são produtos de uso contínuo.Essa é uma das formas de se ter uma renda adicional para superar a crise financeira sem mudar o ritmo de vida.

 

Matéria: Economia – blastingnews

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Na crise, brasileiro busca qualificação e renda extra

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A população brasileira tem percebido de forma cada vez mais clara a crise pela qual passa o país, mostra o estudo Retratos da Sociedade Brasileira – Mercado de Trabalho, divulgado hoje (9) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com o levantamento, 86% concordam totalmente ou em parte com a frase “O Brasil está vivendo uma crise econômica”, enquanto 11% discordam total ou parcialmente com a afirmativa e o restante não concorda nem discorda (2%) ou não sabe ou não respondeu (1%).

Diante deste cenário, quase metade da população buscou trabalho extra para complementar a renda, e 24% buscaram estudo a fim de se qualificar e diminuir o risco de perder o emprego. Para a pesquisa, foram entrevistados, entre os dias 18 e 21 de julho, 2002 pessoas em 141 municípios.

 Na avaliação de 66% dos entrevistados, a situação econômica do país é “ruim ou péssima”. Se comparado ao índice apresentado em setembro de 2013, houve aumento de 13% para 22% entre os que consideram a situação como ruim, e de 8% para 44% entre os que a consideram péssima.

Essa avaliação negativa sobre a economia brasileira é maior na Região Sudeste, onde 71% dos entrevistados consideram a situação atual ruim ou péssima. Nas regiões Sul e Sudeste, essa avaliação é compartilhada por 63% das pessoas, e no Nordeste e Centro-Oeste, por 60%.

Em relação à situação econômica atual, 78% a consideram “pior ou muito pior” do que há 12 meses. De acordo com a CNI, em setembro de 2013 este índice estava em 22%.

A expectativa para o futuro da economia não é das melhores: 54% dos entrevistados acreditam que a economia vai piorar nos próximos 12 meses, enquanto 19% acredita que a situação não mudará.

As mulheres são mais pessimistas: 58% delas acreditam que a economia estará pior ou muito pior. Quando o recorte abrange apenas homens, esse pessimismo cai a 49%.

Para 59% dos entrevistados, o desemprego “aumentou muito” nos últimos 12 meses. Este percentual vai a 67% caso se inclua os que afirmam que o desemprego apenas “aumentou”.

O Sudeste é a região que mais percebe esse aumento (84%); enquanto no Nordeste este índice cai para 69%. Na avaliação de 71% dos entrevistados, o desemprego vai aumentar nos próximos seis meses – para 36%, ele vai aumentar “muito”; e para 35% ele apenas aumentará.

A piora no mercado de trabalho ficou mais evidente entre os 44% dos entrevistados que tiveram alguém da família demitido nos últimos 12 meses.

Essa percepção, no entanto, é menos intensa em municípios menores. De acordo com a pesquisa, nos municípios com até 20 mil habitantes, 34% dos entrevistados têm alguém da família que perdeu o emprego no último ano.

Nos municípios que têm entre 20 mil e 100 mil habitantes, esse percentual sobe a 44%. E nos com mais de 100 mil habitantes, chega a 46%.

Diante dessa situação, há mais gente procurando emprego. A pesquisa informa que 48% das pessoas buscaram trabalho extra nos últimos 12 meses para complementar a renda – em setembro de 2013, este índice estava em 25%.

Além disso, em 40% das famílias, pessoas que não trabalhavam tiveram que entrar no mercado de trabalho para colaborar com as contas da casa nos últimos 12 meses.

Esse cenário deixa o futuro mais nebuloso: 76% das pessoas entrevistadas disseram estar preocupadas com a possibilidade de ficar sem trabalho, perder o emprego ou ter que fechar seu negócio nos próximos 12 meses. Em setembro de 2012, essa preocupação atingia 60% dos participantes da pesquisa.

A fim de evitar entrar para essa estatística, muitos têm optado por avançar nos estudos a fim de terem melhor qualificação. De acordo com a CNI, 24% dos entrevistados voltaram a estudar, com medo da possibilidade de ficarem desempregados.

A adoção dessa estratégia é mais comum entre os mais jovens (37% das pessoas com idade entre 16 e 24 anos) e entre os com maior o grau de instrução (30% dos com grau superior).

A CNI divulgou também uma outra frente da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira, na qual aborda questões relativas a renda e endividamento.

 

Matéria: Agência Brasil – Exame

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Profissional transforma ‘bicos’ em lições de empreendedorismo, em GO

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A operadora de telemarketing Simone Uchõa juntou o dinheiro que ganhou vendendo roupas multimarcas e, há cinco meses, resolveu abrir o próprio negócio, em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital. Ela virou empreendedora, mas não abandonou o emprego fixo. Agora, cogita se dedicar exclusivamente à loja.

Com o aumento das vendas e, consequentemente, dos lucros da empresa, ela planeja sair do emprego de telemarketing. “A loja tem exigido de mim que eu fique mais aqui”, comentou Simone. Ela afirmou que pretente apliar os negócios com uma loja maior no futuro.

O consultor financeiro Maurício Vono ensina que é preciso ter um bom planejamento para fazer com que o dinheiro dos “bicos” seja convertido de forma positiva a longo prazo, e não só para aumento do consumo imediato.

“Muda o padrão de vida, mas não necessariamente a qualidade de vida nem o poder de poupança, de guardar dinheiro”, alerta o consultor.  Para ele, é  importante que o trabalhador pense numa aposentadoria ou até mesmo em abrir um negócio.

Maurício dá dicas para quem quer começar um planejamento. “A gente não consegue mudar nada que não consigamos enxergar, por isso colocar tudo na ponta do lapis é o primeiro passo”, comenta o consultor financeiro.

 

Matéria: G1 GO

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Mercado de trabalho não vive nem de perto um momento favorável, diz IBGE

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O mercado de trabalho não vive nem de perto um momento favorável, afirmou nesta quinta-feira, 24, o coordenador de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cimar Azeredo. Em agosto, a taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas brasileiras pesquisadas atingiu 7,6%, a maior para o mês desde 2009.

“Estamos passando longe de um momento favorável do mercado de trabalho. Estamos diante de um quadro em que mercado não está gerando postos de trabalho, pelo contrário, há uma perda de quase meio milhão. E então você percebe tendência de mais pessoas indo buscar trabalho”, explicou Azeredo. “Há uma mudança de rumo no mercado de trabalho no País.”

Na comparação com agosto de 2014, houve extinção de 415 mil postos de trabalho no mês passado, enquanto a fila de desemprego cresceu em 636 mil pessoas. A diferença é explicada pelo movimento de 221 mil pessoas que antes estavam inativas (nem trabalhavam, nem buscavam emprego) e agora passam a procurar uma colocação para recompor o poder de compra da família.

Menos favorável ainda é o que acontece em termos de estrutura, disse Azeredo. O coordenador notou que as maiores perdas de vagas têm ocorrido no emprego formal, com carteira assinada. “Tudo aquilo que conquistamos em termos de qualidade de mercado de trabalho estamos perdendo em 2015″, lamentou.

Em agosto, o emprego com carteira no setor privado encolheu 3,8% ante igual mês do ano passado, com 445 mil demissões

 

Matéria: Economia – dgabc -

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Garotos de 9 e 10 anos criam startup de pagamentos online para pais e filhos

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Kieran Mann, de 9 anos, e Rohan Chopra, de 10, apresentaram a startup Beanstocks na última edição do evento Disrupt Hackathon, promovido pelo TechCrunch, em São Francisco, Califórnia. Os pequenos empreendedores desenvolveram um aplicativo que permite aos pais efetuarem pagamentos para seus filhos por meio de movimentações bancárias.

Os dois garotos desenvolveram o projeto porque não existem meios para que crianças usem contas bancárias, e, sendo assim, fica difícil entender como este processo funciona. O Beanstocks é uma iniciativa que aproxima as crianças às rotinas dos adultos; como lidar com o dinheiro, fazer pagamentos e outros processos bancários, incentivando-as a investirem seu dinheiro e depositá-lo na poupança.

O aplicativo possui versão para pais e para filhos, permitindo à mãe ou pai definir os pagamentos recorrentes às tarefas dos filhos, como por exemplo, fazer um depósito após a criança fazer sua lição de casa ou arrumar seu quarto.

A dupla começou a amizade na escola e juntos adoram construir coisas. Eles ainda não finalizaram o Beanstocks, mas, segundo o TechCrunch, parecem animados em reunir recursos para fazer o projeto tornar realidade.

 

Matéria: hypeness