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Profissional transforma ‘bicos’ em lições de empreendedorismo, em GO

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A operadora de telemarketing Simone Uchõa juntou o dinheiro que ganhou vendendo roupas multimarcas e, há cinco meses, resolveu abrir o próprio negócio, em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital. Ela virou empreendedora, mas não abandonou o emprego fixo. Agora, cogita se dedicar exclusivamente à loja.

Com o aumento das vendas e, consequentemente, dos lucros da empresa, ela planeja sair do emprego de telemarketing. “A loja tem exigido de mim que eu fique mais aqui”, comentou Simone. Ela afirmou que pretente apliar os negócios com uma loja maior no futuro.

O consultor financeiro Maurício Vono ensina que é preciso ter um bom planejamento para fazer com que o dinheiro dos “bicos” seja convertido de forma positiva a longo prazo, e não só para aumento do consumo imediato.

“Muda o padrão de vida, mas não necessariamente a qualidade de vida nem o poder de poupança, de guardar dinheiro”, alerta o consultor.  Para ele, é  importante que o trabalhador pense numa aposentadoria ou até mesmo em abrir um negócio.

Maurício dá dicas para quem quer começar um planejamento. “A gente não consegue mudar nada que não consigamos enxergar, por isso colocar tudo na ponta do lapis é o primeiro passo”, comenta o consultor financeiro.

 

Matéria: G1 GO

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Mercado de trabalho não vive nem de perto um momento favorável, diz IBGE

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O mercado de trabalho não vive nem de perto um momento favorável, afirmou nesta quinta-feira, 24, o coordenador de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cimar Azeredo. Em agosto, a taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas brasileiras pesquisadas atingiu 7,6%, a maior para o mês desde 2009.

“Estamos passando longe de um momento favorável do mercado de trabalho. Estamos diante de um quadro em que mercado não está gerando postos de trabalho, pelo contrário, há uma perda de quase meio milhão. E então você percebe tendência de mais pessoas indo buscar trabalho”, explicou Azeredo. “Há uma mudança de rumo no mercado de trabalho no País.”

Na comparação com agosto de 2014, houve extinção de 415 mil postos de trabalho no mês passado, enquanto a fila de desemprego cresceu em 636 mil pessoas. A diferença é explicada pelo movimento de 221 mil pessoas que antes estavam inativas (nem trabalhavam, nem buscavam emprego) e agora passam a procurar uma colocação para recompor o poder de compra da família.

Menos favorável ainda é o que acontece em termos de estrutura, disse Azeredo. O coordenador notou que as maiores perdas de vagas têm ocorrido no emprego formal, com carteira assinada. “Tudo aquilo que conquistamos em termos de qualidade de mercado de trabalho estamos perdendo em 2015″, lamentou.

Em agosto, o emprego com carteira no setor privado encolheu 3,8% ante igual mês do ano passado, com 445 mil demissões

 

Matéria: Economia – dgabc -

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Garotos de 9 e 10 anos criam startup de pagamentos online para pais e filhos

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Kieran Mann, de 9 anos, e Rohan Chopra, de 10, apresentaram a startup Beanstocks na última edição do evento Disrupt Hackathon, promovido pelo TechCrunch, em São Francisco, Califórnia. Os pequenos empreendedores desenvolveram um aplicativo que permite aos pais efetuarem pagamentos para seus filhos por meio de movimentações bancárias.

Os dois garotos desenvolveram o projeto porque não existem meios para que crianças usem contas bancárias, e, sendo assim, fica difícil entender como este processo funciona. O Beanstocks é uma iniciativa que aproxima as crianças às rotinas dos adultos; como lidar com o dinheiro, fazer pagamentos e outros processos bancários, incentivando-as a investirem seu dinheiro e depositá-lo na poupança.

O aplicativo possui versão para pais e para filhos, permitindo à mãe ou pai definir os pagamentos recorrentes às tarefas dos filhos, como por exemplo, fazer um depósito após a criança fazer sua lição de casa ou arrumar seu quarto.

A dupla começou a amizade na escola e juntos adoram construir coisas. Eles ainda não finalizaram o Beanstocks, mas, segundo o TechCrunch, parecem animados em reunir recursos para fazer o projeto tornar realidade.

 

Matéria: hypeness

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4 Sinais de que Você Deve Investir em um Profissional Freelancer

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O mercado de trabalho passa hoje por profundas transformações. Tanto os profissionais que contratam como os profissionais que prestam serviços estão sendo impactados diretamente com estas mudanças, onde cada vez mais cresce o interesse pela mão de obra freelancer.

 

Partir deste contexto, é preciso que os contratantes fiquem de olho. Investir em profissionais autônomos não é apenas vantajoso economicamente, pode pode ser extremamente necessário para a própria sobrevivência do seu negócio.

 

Sendo assim, confira no post de hoje os principais sinais de que o seu negócio deve investir na contratação de profissionais freelancer. Acompanhe:

 

O orçamento está cada vez mais limitado

Contratar um profissional para a sua empresa demanda gastos que não existem com o profissional freelancer. No primeiro caso, você demanda de espaço físico, maquinário eficiente, compras de programas, além de um salário fixo mensal em uma função que o profissional talvez não seja tão capacitado.

No caso da contratação de um freelancer, o profissional trabalhará na própria casa, com o próprio equipamento e em um lugar onde se sente a vontade para pensar e criar, sem a pressão do ambiente de trabalho.

 

Prazos apertados

O freelancer pode trabalhar com prazos mais apertados, já que trabalha além do horário comercial. Gerencia a demanda dos projetos de acordo com os prazos e, de maneira geral, promete aquilo que pode cumprir. Você precisa de um trabalho com prazo de 24 horas? Você pode encontrar alguém apto a isto, por um valor justo para um prazo apertado. Se o freelancer se acha capaz de realizar aquele trabalho naquele tempo pré determinado, ele o fará.

Além disso, você pode encontrá-los fora do horário comercial, inclusive para contratação de seus serviços. Outro fator importante sobre o gerenciamento do tempo do freelancer é que ele ganha tempo para trabalhar mais e melhor quando não precisa gastar tempo no trânsito entre o trabalho e sua casa.

 

Quando se precisa de um especialista

Por vezes, aparecem serviços que demandam uma certa especialização. Nestes casos, a curva de aprendizagem (isto é, o tempo que um funcionário seu vai levar para aprender) costuma ser muito grande, por vezes, tornando inviável a sua capacitação em tempo hábil para aproveitamento do serviço.

Já, quando o assunto são freelancers, de maneira geral, eles costumam especializar-se em uma ou duas áreas de atuação dentro de seu mercado. Desta forma, você pode procurar alguém que seja mais capaz de atender as necessidades de seu projeto, melhorando o resultado final do mesmo.

 

Atuação em outros lugares

Através da internet, você pode contratar um freelancer que esteja em outra cidade, estado ou país e que faça uma real e positiva diferença para o seu projeto. Com a vantagem do trabalho home office, você pode encontrar o profissional com a capacidade que você precisa onde quer que ele esteja. Afinal, nem sempre o que você precisa estará na mesma cidade que sua princesa.

 

Gostou das dicas? Então não deixe de se inscrever agora no Hora Extra, onde contratantes encontram freelancers e vice-versa. Confira:

 

 

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5 Mitos sobre o Mercado de Serviços Freelancers

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Freelancers, apesar de não serem novos no mercado de prestação de serviços, estão sempre cercados de muitos mitos. No entanto, com o crescimento da busca por terceirização de serviços, é muito importante elucidá-los, tanto para os próprios freelancers quanto para quem quer contratá-los.

 

Pensando nisso, o Hora Extra fez uma lista de 5 mitos sobre o mercado freelancer que você precisa conhecer e desmistificar! Confira:

 

1º Mito: Freelancers ganham pouco

 

Entre os freelancers que estão começando, este mito é a raiz das maiores inseguranças do jovem profissional.

 

Óbvio que esta é uma grande mentira. Acontece que o valor que o profissional freelancer ganha vai depender muito de uma série de fatores, como o mercado em que atua, o salário que deseja ganhar, as horas disponíveis para trabalhar, a eficiência da sua prospecção de novos clientes, entre diversos outros fatores.

 

Sendo assim, não acredite nisso. O quanto o freelancer ganha depende muito dele mesmo.

2º Mito – Freelancers trabalham pouco e não têm comprometimento

 

Já este segundo mito é a grande fonte de insegurança dos contratantes. Muitas pessoas que precisam contratar freelancers para seu job se sentem indecisas e inseguras, baseadas no mito de que o freelancer, por atender a vários clientes, irá dispor de pouco tempo para dedicar-se aos seus projetos e não terá comprometimento com os mesmos.

 

Claro que em todos os mercados há maus profissionais, e com  o mercado de serviços freelancers não é diferente. No entanto, esta é a exceção à regra. Os bons profissionais sabem dimensionar seu tempo, de acordo com o volume de demandas de cada trabalho em que atua, e se dedica ao sucesso do seu cliente como se fosse o seu.

 

Assim, considere bem e pesquise antes de contratar os freelancers para o seu trabalho. De preferência, recorra a portais como o Hora Extra, que fornece uma ficha detalhada de cada freelancer, com avaliações de contratantes anteriores. É a forma mais segura de encontrar os melhores freelancers para o seu job.

3º Mito – Como são temporários, deve-se pagar pouco aos freelancers

 

Qualquer empreendedor ou gestor de pessoas sabe que, em se tratando de profissionais para trabalhar no seu projeto, o retorno é proporcional ao investimento. Sendo assim, se você estiver disposto a pagar pouco pelo seu trabalho, é capaz de conseguir freelancers que nem sempre estão qualificados para realizá-lo, ou que não se preocupam tanto com a qualidade do serviço prestado.

 

Ainda que tenha um orçamento reduzido, vale a pena investir um pouco mais na remuneração da equipe que está formando. Assim, você garante contar com melhores profissionais para o seu job, que buscarão entregar valor e resultados.

 

4º Mito – Não há nenhuma garantia

 

Quando se contrata freelancers sem conhecer ao certo sua procedência e trabalhos anteriores, é mesmo difícil obter garantia de que o acordo seja honrado. Desta forma, é importante que você (freelancer ou contratante) tenha consciência da importância de plataformas como o Hora Extra, que oferece múltiplas formas de obter referências das pessoas que você quer contratar (ou que o contrata). Portanto, fique atento e cadastre-se agora mesmo!

 

DICA: Algumas pessoas recorrem a contratos para fechar seus jobs freelancers. Vale a pena, mas se assegure de validar e obter as informações corretas para a assinatura do mesmo.

5º Mito – É muito fácil encontrar freelancers

 

Por fim, este é um mito dominante entre as pessoas que desejam contratar freelancers para um projeto atual ou futuro. A falsa sensação de que é muito fácil obter profissionais “disponíveis” no mercado faz com que vários contratantes quebrem a cara no momento de encontrar gente qualificada para seus jobs.


A boa notícia é que hoje ficou muito mais fácil de se achar a pessoa certa para o seu trabalho. No Hora Extra, por exemplo, você conta com uma plataforma rápida e eficiente para encontrar os freelancers que você precisa. Conheça a nossa ferramenta de busca aqui.  

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Serviços freelancers crescem 272% em 2015

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A procura por serviços freelancers apresentou aumento no primeiro semestre de 2015. De acordo com o levantamento realizado pela Prolancer, o número de trabalhos cadastrados na plataforma cresceu 272,77% no total em comparação ao mesmo período de 2014. O estudo foi realizado levando-se em consideração a base de dados da startup, que atualmente conta com mais de 100 mil talentos digitais e 10 mil empresas cadastradas.

Segundo a pesquisa, as companhias brasileiras estão apostando cada vez mais neste modelo de contratação. Trabalhos no setor de tecnologia e criação são os que possuem as maiores demandas atualmente. Serviços ligados à área de Desenvolvimento Mobile, Desenvolvimento de Websites e Lojas Virtuais obtiveram crescimento de 315,97%, sendo os projetos com maior índice de cadastramento na plataforma.

Em segundo lugar, aparecem os serviços para profissionais de Redação e Tradução, especializados na produção de conteúdo em geral, com incremento de 245,22%. Em terceiro no ranking surgem trabalhos da área de Design e Multimídia, com foco na criação de identidade visual e logomarcas, que registraram aumento de 152,39% nos primeiros seis meses do ano.

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Garoto cria negócio de R$ 600 mil e é CEO aos 13 anos

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Moziah Bridges tem 13 anos de idade e é o fundador da Mo’s Bows, loja on-line que vende gravatas borboleta criadas por ele mesmo.

A ideia do negócio começou quando Moziah, ou simplesmente Mo, tinha apenas 9 anos, mas a guinada aconteceu mesmo no ano passado, quando com 12 anos ele participou do programa de TV americano Shark Tank, onde pessoas comuns apresentam ideias de negócios e podem receber investimento na mesma hora, ainda no palco.

 O criador do programa, o empresário e investidor Daymond John, disse que no dia após a exibição do programa recebeu uma ligação de Karen Katz, CEO e presidente do Grupo Marcus Neiman, uma grande rede de lojas de artigos luxo e e-commerce, que comercializa marcas como Valentino, Christian Louboutin e Prada. Ela queria conhecer os produtos criados pelo garoto prodígio e coloca-los à venda na rede.

John, que atua em vários ramos de negócios, fala sobre o interesse da Marcus Neiman nos produtos do garoto: “eu nunca estive na Neiman Marcus com qualquer das minhas marcas, e eles levam a criança de 12 anos de idade para lá!”. E completa: “Então, isso é o aluno ensinando o professor?”, afirma, sorrindo.

E olha que Daymond John é dono, dentre outras coisas, da marca FUBU, que vende principalmente bonés e é avaliada em US$ 100 milhões.

Hoje, Mo é CEO da sua empresa, mesmo tendo apenas 13 anos. Com a ajuda de sua mãe Tramica Morris (“Mo é o CEO da empresa, mas eu sou o CEO de Mo”, diz ela), ele vendeu cerca de US$ 200 mil dólares das suas gravatas artesanais e outros acessórios de moda para homens. Ele tem sete funcionários – incluindo sua mãe e sua avó.

Ele continua recebendo a ajuda de Daymond John, que atua como seu mentor (sem ganhar nada com isso). O garoto já recebeu propostas de investimento, mas foi aconselhado a não aceitar por enquanto.

Os sonhos do garoto Moziah Bridges são ambiciosos. Ele afirma que até os 20 anos de idade que ter sua própria linha completa de roupas masculinas. Apoio para isso não vai faltar, segundo seu mentor: “ele é um garoto incrível”.

Clariça De Luca começou a negociar biquínis pela rede social. Depois, abriu um e-commerce e, agora, uma loja física

Loja que nasceu no Facebook alcança faturamento de R$ 750 mil

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Apaixonada por biquínis, Clariça De Luca começou a vender algumas peças para suas amigas. No início, as vendas eram realizadas pelo Facebook e o Instagram, usando o WhatsApp para fechar os pedidos. Mas, com o aumento da procura, ficou difícil administrar e atender todo mundo. “Foi quando percebi que precisava montar um e-commerce e profissionalizar o meu negócio”, conta Clariça.

Assim, em 2014 ela investiu R$ 30 mil e fundou a loja virtual Ateliê Cla De Luca. “Como não tinha uma infraestrutura de pessoal e também de loja física, resolvi abrir um e-commerce pela facilidade do negócio e também por não saber o que iria acontecer”, conta a empreendedora.

Há dois meses, no entanto, Clariça deu mais um passo, desta vez fora da internet, ao inaugurar uma loja física no bairro da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. “O comércio online permanece em nosso DNA”, diz Clariça. “A ideia é uma plataforma complementar a outra.

Com a loja física, eu tenho a possibilidade de ter contato direto com as minhas clientes e elas, de experimentarem os produtos.

Além disso, a loja física funciona como uma loja conceito para lançar coleções e expandir a operação de atacado, utilizando o espaço como um show-room.”

Para montar a loja física, a empreendedora investiu cerca de R$ 80 mil e a expectativa é que o novo ponto de venda dobre o faturamento da empresa em 2015.

Neste ano, a meta é faturar R$ 750 mil, cerca de 25% a mais que em 2014.

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Alagoano de 14 anos cria aplicativo e fatura cerca de R$ 100 mil por mês

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Aplicativo agiliza a compra de material escolar sem precisar sair de casa.
Startup tem quase três mil clientes cadastrados só em Alagoas.

Tem gente que começa a ganhar dinheiro bem antes de entrar na universidade. É o caso do David Braga, de 14 anos, que inventou um aplicativo, o List-it, para vender material escolar na internet.

David faz as mesmas coisas que muitas crianças e adolescentes: divide o tempo entre o lazer e os estudos. A diferença é que ele também trabalha. O garoto é um empreendedor precoce, e a criação dele fatura R$ 100 mil por mês.

O adolescente criou um aplicativo que agiliza a compra de material escolar sem precisar ir à livraria. Basta preencher os campos com o nome do colégio e a série do aluno que todos os itens aparecem assinalados.

“É muito simples: é uma lógica invertida de e-commerce (comércio eletrônico), onde as pessoas entram lá e vai estar tudo selecionado. Por isso, a lógica invertida. Então o que ela já tem, apenas ‘desseleciona'”, diz o empreendedor David Braga.

A compra do material leva menos de cinco minutos. A startup tem quase três mil clientes cadastrados só em Alagoas.

“Na hora de comprar um material escolar, dá um certo estresse, né? E ele fez uma coisa muito bem-feita, com opção de escolha de capa de caderno, de tipo de borracha. Então achei muito interessante e que vale muito a pena”, afirma a empresária Carla Simões.

O dinheiro é rigorosamente controlado pelos pais, e a renda é quase toda revertida para investimentos futuros.

“O plano é todo para reinvestir no próprio negócio dele e no material de trabalho que ele investe”, disse a mãe do adolescente, a empresária Cristiana Peixoto Braga.

Um especialista do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa (Sebrae) dá dicas de como os pais devem agir quando percebem a vocação dos filhos para o empreendedorismo.

“Transformar essa ideia de negócio em um modelo de negócio e em um plano de negócio com orientação técnica e empresarial. Mas mais uma vez investindo nas relações humanas dentro da família. Explorar a ideia de negócio, e não a criança como um negócio”, aconselha o especialista em empreendedorismo, Marcos Alencar.

“Eu brinco, eu bagunço, eu paquero, namoro, faço de tudo que um adolescente e uma criança normal faz. E ainda dá tempo para empreender. Você vai falhar várias vezes, mas não desista, você consegue”, finaliza David Braga.

Do G1 AL – Assista o vídeo da entrevista

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6 FREELANCERS QUE TIVERAM SUCESSO ANTES DOS 18 ANOS!

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SUHAS GOPINATH

É dono da empresa Global Inc, que se dedica à produção de sites e software. Conta com 400 funcionários e 11 escritórios em todo o mundo. Actualmente com 24 anos, o empresário começou a investir nos negócios muitos antes. Mais propriamente aos 12 anos, quando percebeu que estava a gastar toda a sua mesada de 25 rupias (moeda indiana) num cibercafé ao lado de casa. Ofereceu-se, então, para tomar conta do espaço das 13 às 16 horas. Em troca, tinha internet grátis. Aproveitou todo o tempo que podia ficar na internet para aprender a construir sites e triunfar na internet. Pouco depois, estava a construir o seu próprio site de divulgação de eventos indianos pelo mundo. Foi um sucesso, sendo inclusive atacado porque hackers do Paquistão.

Depois disso, decidiu criar a Global Inc., mas não podia fazê-lo no seu país: a lei indiana não permitia criar empresas antes dos 18 anos. Em 2005, um investidor do Texas ofereceu-lhe 71 milhões de euros por uma participação na Globals. Suhas Gopinath recusou a proposta e continuou com o seu escritório a cinco minutos de casa. Sim porque a mãe do empresário faz-lhe apenas um pequeno pedido quando ele fundou a empresa: “Tens que manter o escritório a cinco minutos de casa”. Assim o é até hoje. Existem outras declarações da mãe de Suhas que achei bastante curiosas, e que o podem ajudar a ter uma noção da vida deste investidor: “Ele fica no computador até às quatro da manhã e às oito da manhã já esta no escritório”.

Apesar de ter uma grande fortuna, este empresário afirma manter o mesmo estilo de vida: continua a viver numa casa média, tem um carro normal e não tem um celular de última geração. Ele afirma ficar algumas vezes fica triste por não ter tido uma juventude como a maioria dos seus amigos. Eles iam ao cinema enquanto ele ficava na frente do computador e trabalhava. “Me incomoda que até meus colegas estudantes me chamem de senhor, tirem fotos minhas com seus celulares ou peçam autógrafos”. Gopinath balança a cabeça. “Eu nunca quis ser um astro”.

ASHLEY QUALLS

Disponibiliza diariamente e grátis vários layouts para o Myspace no seu site Whateverlife. A sua primeira investidora foi a mãe, que lhe emprestou seis euros para a compra do domínio do site quando Ashley Qualls tinha 14 anos. Recebe mensalmente cerca de 50 mil euros só com o site. Sim, porque a empresária tem outros projetos: uma revista, uma loja e montou um fórum. O seu primeiro cheque veio do Adsense, com a modesta quantia de 2 mil e 700 dólares. Os dados do seu site são impressionantes: atrai mais de 7 milhões de visitantes todos os meses e mais de 60 milhões de impressões de páginas. Comprou há pouco tempo uma casa a pronto pagamento no valor de 200 mil dólares e mãe dela afirma debater-se diariamente com um problema: a filha não sai de casa porque fica constantemente a trabalhar. Já recusou duas propostas para venda do seu site. Uma no valor de um milhão de euros e outra de 500 mil euros, um carro e um programa na internet no valor de 1,4 milhões de euros.

IAN PURKAYASTHA

Trabalhar actualmente no negócio da trufas, fundando o Tarfufi Unlimited. Tudo começou quando as provou num restaurante. Adorou o sabor e decidiu comprar meio quilo por 107 euros a um vendedor francês e aventurar-se na cozinha. Como sobraram muitas, decidiu vender o que produziu a um restaurante e lucrou mais de 300%. Foi nesse momento que o empresário descobriu que tinha ali uma oportunidade de negócio. Começou a usar a garagem dos pais catalogar e empacotar as trufas. Depois, meti-as na mala do carro e ia vendê-las. Começou a apostar no negócio e em 2009 conseguiu um lucro de 700 mil euros. Até hoje continua a produzir as trufas e a buscá-las aos aeroportos, tal como os seus empregados.

CAMERON JOHNSON

Aos cinco anos começou a vender tomates aos vizinhos e aos nove fazia convites para festas dos pais. Aos 12 ofereceu 70 euros por uma colecção de bonecas à irmã e dias depois vendeu a 700 euros no Ebay. Contatou a empresa que as produziu, comprou mais bonecas e voltou a vendê-las. Antes dos 12 anos já tinha conseguido ganhar 89 mil reais só com os seus negócios. O seu primeiro grande negócio surgiu do dinheiro que tinha ganho anteriormente. Criou o software Surfingprizes.com, que pipocava pop-ups no navegador das pessoas, pagando alguns centavos. Perto de completar 15 anos acabou por vendê-lo conseguindo o seu primeiro milhão.

Hoje em dia ele vive de seu trabalho como seu próprio relações públicas, é autor de best-sellers sobre como se tornar um milionário e dá palestras sobre o tema. Além de alguma participações em programas de TV.
Algumas dicas de Cameron Johnson são: começar pensando pequeno, procurar lucro em coisas próximas de você e não fazer dívidas.

LEANN ARCHER

Hoje tem apenas 14 anos, mas já consegue lucros na ordem 200 mil dólares por mês. Fundou a sua empresa Leanna’s Inc aos 9 anos com uma linha de 12 produtos naturais para o cabelo. Os produtos são preparados na cave da casa a partir de uma fórmula pela bisavó no Haiti. Sempre que a avó preparava os produtos para a família, Leanna usava uma parte para encher frascos de comida e levá-los à escola. Os pais só começaram a perceber que a filha estava a ter um negócio quando começaram a chegar cheques para casa. Leann Archer foi a empresária mais jovem a tocar os sinos da bolsa de NASDAQ. A empresa recebe mais de 350 encomendas por semana mas Leann tem uma regra diária: só começa a trabalhar para a empresa quando terminar os seus deveres de casa.

JASON O’NEILL

Este empresário ainda frequenta o colégio mas já gere uma grande empresa. E o seu negócio até parece ser bastante estranho: fabrica criaturas coloridas para enfeitar os lápis. A sua empresa chama-se Pencilbugs mas tudo começou quando ele tinha ainda nove anos. Perguntou à mãe se a poderia ajudar no trabalho dela e ficar com uma parte dos lucros. A resposta foi um redondo não. Se Jason quisesse, teria que criar o seu próprio produto, afirmou a mãe. Foi assim que o jovem fundou a PencilBugs. Começou por atender apenas encomendas de parentes e familiares mas logo tratou de alargar o negócio. Todos os bonecos fabricados por si ganham um nome e um certificado de qualidade. Já publicou um livro para jovens empreendedores e dá algumas palestras. Mas tudo é feito nos tempos livres, visto que ainda está no colégio.

A sua mãe diz que ele já aprendeu coisas que seriam impossíveis de serem aprendidas na escola. “Desde muito novo, ele começou a perceber de finanças pessoais. Tornou-se um bom gestor”. Para quem pensa em arriscar na sua vida como freelancer, Jason deixa um conselho: “Nunca nenhum de nós pensou que este negócio fosse ter o sucesso que tem. Portanto, se você tem uma ideia, coloque-a em prática. Pode ficar surpreendido com o resultado final”.